Militares das Forças Armadas fazem operação na Rocinha com apoio de blindados e aeronaves

Militares das Forças Armadas realizam uma operação, na tarde desta quarta-feira, na comunidade da Rocinha. A ação, que conta com 915 homens, faz parte das medidas implementadas pela Intervenção Federal no Rio. As equipes estão no entorno e em áreas próximas à favela. A Polícia Militar também está na Rocinha, desde as primeiras horas da manhã, quando houve registro de confrontos.

A ação das Forças Armadas tem o apoio de veículos blindados e aeronaves. Os militares realizam revistas de pessoas e de veículos, além da checagem de antecedentes criminais. Além disso, as equipes também estão distribuindo folhetos pedindo a colaboração dos moradores.

Segundo o Comando Militar do Leste, por medida de segurança, “algumas vias e acessos na região poderão ser interditados” ao longo da tarde. Os voos também podem ser alterados, “com restrições dinâmicas para aeronaves civis”. Até as 14h, no entanto, não havia nenhuma interferência nas operações dos aeroportos.

A população pode fazer denúncias anônimas para o telefone 2253-1177 ou enviar dúvidas, reclamações, comentários e sugestões para o e-mail ouvidoria.intervencao@cml.eb.mil.br.

OPERAÇÕES NA ROCINHA E VIDIGAL

A Polícia Militar faz, desde o início da manhã desta quarta-feira, uma operação nas favelas da Rocinha e do Vidigal, na Zona Sul do Rio. A ação começou por volta das 5h. Moradores da Rocinha usaram as redes sociais para relatar terem ouvido tiros e barulhos de fogos na parte alta da comunidade. Até as 9h, um suspeito com um morteiro havia sido detido e levado para a 11ª DP (Rocinha).

Por volta das 11h, os disparos se tornaram mais intensos na Rocinha e no Vidigal. Tiros eram ouvidos até mesmo da Pontifícia Universidade Católica (PUC), que fica na Gávea, também na Zona Sul. O aplicativo “Onde Tem Tiroteio-RJ” deu uma série de alertas pedindo atenção para quem circula perto das comunidades.

A PM informou, em nota, que o objetivo das equipes é “realizar prisões de criminosos que atuam na venda de entorpecentes nas regiões”.

FONTE: Extra

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